Mostrar mensagens com a etiqueta tesouros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta tesouros. Mostrar todas as mensagens

tesouros

as minhas casinhas e os seus habitantes

as minhas casinhas e os seus habitantes

as minhas casinhas e os seus habitantes

as minhas casinhas e os seus habitantes

as minhas casinhas e os seus habitantes

Uma das cadernetas de cromos que guardo comigo desde pequena. Se na altura a tratava como um tesouro, hoje trato-a como um tesouro valioso.
A minha personagem preferida era a índia sioux, na penúltima página, que na altura serviu como modelo para a fantasia de carnaval que mais gostei de usar. Essa, com muita pena minha, já não tenho comigo.


One of the sticker albuns that I have with me since I was little. If at the time I treated it as a treasure, today I treat it as a precious treasure.
My favourite character was the sioux indian girl, next to the last page, that became a pattern for the carnival suit that I most enjoied wearing. The suit, unfortunately, is no longer with me.


tesouros

dr. bayard
dr. Bayard


farinha 33

farinha 33
farinha 33


São tantos os pequenos tesouros que vou encontrando por casa. Provocam sorrisos, lembranças, fazem parte de caminhos percorridos no tempo em que ainda não sabíamos que percorríamos caminhos. Gosto deles. Guardo-os com carinho, o mesmo sentimento com que colava mais um cromo (com cola) na caderneta ou que assinava mais um livro, para que caso se perdesse todos soubessem a quem pertencia.
Apetece-me começar a partilhar aqui o que vou juntando. Pode ser que faça alguém sorrir também. Quem sabe até, ressuscitar memórias dos vossos caminhos.

Avó Vintage

Vim mais uma vez de saco cheio da casa da avó, literalmente. Expliquei-lhe que o vintage está na moda ao qual ela respondeu prontamente abrindo as gavetas.

"Leva tudo o que quiseres! Isto é vintage. Este também. Hm... este já está demasiado vintage...!"
Que pena não poder trazer tudo. Mas está lá, à minha espera.
Se calhar sempre esteve à minha espera.

E no meio de tantas peças feitas com amor por mães, avós e bisavós que sabe-se lá o que pensavam e sentiam enquanto as faziam, encontrei uma roupinha de bebé. "De quem foi?", perguntei. E como se a tivesse guardado sabendo que aquele momento iria chegar, disse: "Tua".

Sobre recordar


Setenta e muitos: - Ai, recordar já não é bom... dá vontade de chorar...

Vinte e poucos: - Não sejas assim, recordar é bom!

Setenta e muitos com lágrimas nos olhos: - .... ai ....

Vinte e poucos: - Ó!

Uma tem a vida toda pela frente, a outra tem a vida toda para trás.