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dos meus dias

novos sacos


novos sacos

Tenho andado as últimas semanas a fazer sacos de inverno para a Kutchi Shop, em Barcelona. Já lá estão, espero que agradem a nuestras hermanas.
A vontade de criar um novo boneco tem tomado conta de mim. Ao mesmo tempo que fazia os sacos já o magicava. Agora, entre encomenda entregue e encomenda por começar, tenho dedicado todos os minutos a decifrar esta ideia e torná-la palpável. É obsessivo. A mente não consegue deixar de pensar e repensar na melhor maneira de chegar àquilo que idealiza.
Amanhã já mostro um pouco, se tudo correr bem.

sacos

na oliveira

Adoro esta oliveira. Deve ter uns dez anos, foi plantada quando regressei a Portugal. Tem crescido bem e espero vê-la crescer ainda mais.

saco


saco
Os sacos, esses, estão disponíveis aqui.

saldos de verão - parte I

mini-avental

mini-avental

mini-bolsa

mini-bolsa

mini-bolsa

mini-saco


As férias estão a chegar. Com elas quero ter tempo para brincar, cozinhar, lêr, passear - tudo em companhia do M., que está quase quase a acabar o seu segundo ano escolar.

Assim, e antes que a rotina diária mude por completo, decidi comemorar o fim desta época de muito trabalho com uma baixa de preços em algumas peças (ver aqui).

Primavera




A chegada da Primavera traz consigo a vontade de trabalhar na terra, do contacto directo com a natureza - é lá que me sinto verdadeiramente feliz, de coração a transbordar.
No passado sábado, dia de limpar Portugal, fomos sujar um pouco as mãos ao pedaço de terra da minha avó. Porque se queremos mudar o mundo devemos começar por nós, pela nossa casa. Parece que está na moda ser voluntário mas apenas fora de casa - por dentro, da casa, da família e da pessoa em si, não há voluntariado nem altruísmo que o valha, na maioria dos casos.
Três adultos e duas crianças limparam ervas-daninhas que chegavam aos joelhos, cortaram galhos que impediam passagens, pisaram lama, subiram árvores, riram, transpiraram - e fizeram a diferença.
Tenho andado para fotografar uma data de sacos que fiz mas ainda só consegui tirar a estes.

levar o campo ao ombro

*foto by Miguel


Agosto sempre me pareceu uma ilusão. Depositamos nele tantas esperanças e desejos, quando afinal é apenas um mês de transição. Se calhar a culpa não é dele. Nós é que lhe damos importância a mais.
Cerejas. Vermelho e verde. Portugal.

acabadinho de fazer


Apetece-me fazer um saco por noite.
A ver vamos.

de ontem


Mais um saco com cor de verão. Embora não seja grande, carrega um livro, chaves, lenços de papel, caneta e bloco, brinquedos do filho e caberia muito mais se fosse preciso, como em toda a mala de mulher. É também prático - dobrado, ocupa pouco espaço dentro da mala, o que o torna um excelente saco de reserva.
Não sei o que pensam sobre o assunto, mas quanto a mim, os sacos de plástico para levar às compras têm os dias contados.





Às mães (e pais) que não sabem como cativar o filho de 7 anos a colorir como quando era mais novo, estendam uma folha grande de papel no chão - vale qualquer folha, de embrulho, de jornal, etc. - ajoelhem-se com ele e deixem-se levar pela imaginação.
Os rapazes não têm a mesma paciência que as meninas para colorir livros e para não passar das linhas. Deixem que saiam das linhas. E do papel.





Bom fim-de-semana!

2 em 1




Estes sacos foram feitos a pensar nas mais pequenas mas depois descobri que também ficam bem às já não tão pequenas. São reversíveis, podem ser usados dos dois lados.
Estão aqui.

fim da pausa



Sem dar por isso, a pausa durou uma semana. De blog, não de vida real.
A manta, que está quase pronta, foi posta de lado por uns dias. Era ela ou eu. O carrinho de linhas de um quilómetro está a chegar ao fim, graças à minha tendência para me perder no entusiasmo do trabalho.
Por pausa entendo alternar. Ficar parada é cansativo, as minhas pernas ficam inquietas, não consigo. O verdadeiro descanso, para mim, vem quando pouso um trabalho que já tenho em mãos há demasiado tempo e começo um novo. Sabe tão bem. É como quando um filho pára de chorar e, como se nada fosse, sorri e fala e brinca. Até nos levar à exaustão, de novo.
A luta renhida entre mim e a manta, qual das duas a mais teimosa, foi suspensa. E depois de um trabalho daquelas dimensões, onde os músculos dos braços que puxam e seguram o tecido enquanto a máquina tenta seguir a trajectória desejada ficam doridos, nada melhor do que pôr as mãos em algo pequeno e leve, completamente diferente.
Assim, e a pensar no fim das aulas e no que o M. poderia oferecer à professora e às auxiliares como gesto de agradecimento por mais um ano escolar, fiz estes pequenos corações para pendurar na porta do quarto.



Logo a seguir, surgiu uma pequena bolsa feita do mesmo tecido de algodão, perfeita para meninas sonhadoras que têm sempre tanto que transportar.
A lebre já estava feita mas ainda não tinha sido fotografada. Gostou da bolsa e por lá quis ficar.

Logo mais, quando todos estiverem a dormir, eu venho cá colocar tudo nas prateleiras da loja.




novos sacos





pri

ma

ve

ra


!



eu não digo



que os meus sacos vão mais longe que eu?

para a loja


Acabei-o ontem à noite. A maior parte do trabalho foi feita à mão, demoradamente, mas deu-me muito gosto a fazer. Acho que é o primeiro de muitos. E os botões de madeira combinam na perfeição!
Agora, vamos fazer a mala e pôr o pé na estrada!

em directo de N.Y.


Desta vez no Guggenheim, em N.Y. Este saco não sabe a sorte que tem!

novos sacos



Gosto tanto deles como desta altura do ano, que me faz lembrar o conforto dos serões à lareira na casa onde cresci, no meio de avós e bisavós que com tanto gosto, uma após outra vez, me mostraram os primeiros passos daquilo que acabei por, muito mais tarde, vir a fazer.


Camisolas para levar para a escola, gorros para as férias na terra do avô, mantas e tapetes, casas de bonecas com móveis de quarto, sala de jantar e de sala de estar, paredes forradas a papel, alcatifa no chão - tudo feito à mão, com tanto gosto, com tanto tempo.


Acho que são eles as minhas maiores influências e são a sua bondade, criatividade e dedicação que tento alcançar, para que o M. os sinta através de mim e com eles todo o bem que me fizeram. E só agora o percebi.


Eu só ia apresentar os novos sacos... Perdoem-me os devaneios.


Amanhã será a vez deste menino.

Tal mãe, tal filha






Para meninas vaidosas, grandes e pequenas. Aqui.
A casa ainda não tinha luz suficiente para a sessão fotográfica mas não podia esperar até mais tarde para o fazer. Depois da chuva cair só me apetece ir lá para fora e cheirar a natureza revigorada e absorver essa nova vida para dentro de mim. Um óptimo fim-de-semana para todos!

Do jardim





No domingo estivemos todos a pintar: o pai, um móvel para o quarto do filho; o filho, um quadro por cima de um outro inacabado; a mãe, a relembrar como é bom brincar com as cores e deixar o sub-consciente voar.
Mais um saco acabado. Grande, com espaço para livros, toalhas, lanche... tudo o que o verão pede. Na loja.

Tempo de cerejas





Mais um saco com cerejas. A pedidos especiais posso repetir o tecido, mas nunca o modelo. Este é maior e tem um bolso grande da parte de fora.

Muito obrigada a todas por tornarem este sonho realidade. Hoje sou uma pessoa mais completa graças ao interesse que têm mostrado pelo que faço. Acreditem, os sonhos são para ser realizados.

Natural





A palmeira é das árvores que mais me impressionam. Ainda mais quando a olho por este ângulo.
Duas novas bolsas na loja. 100% algodão, com fecho e forro. Acho-as tão bonitas que vou ter que fazer uma para mim!