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a casa

patch solidário 2011


Faltam 3 meses para o novo membro da família entrar pela porta de casa e ela ainda não está pronta. Posso dizer que está quase pronta. Têm sido dias e noites a organizar papéis, livros, revistas, tecidos, rendas, lãs, retalhos e mais retalhos e mais retalhos... São estas limpezas domésticas que me fazem perceber o que é realmente importante para mim: aquilo que fica em casa é, definitivamente, o que me faz feliz e o que sai de casa já foi importante, já cumpriu o seu propósito e agora pode dar espaço ao novo. Nada é para sempre e o que vem é sempre mais importante do que o que já foi. Assim sendo, os retalhos, as lãs, as rendas, os tecidos, as revistas, os livros e alguns papéis ficam comigo porque sem eles a minha vida não era a mesma.

A casa, aquela do meu sonho de criança, foi o tema escolhido para o patch solidário deste ano.

dois anos depois

dois anos depois

dois anos depois

Obrigada a todos pela resposta calorosa ao último post. Há muito que se ponderava sobre o assunto cá em casa - hoje sei que não era preciso ponderar tanto, que a vida deve ser vivida vivendo-a, mas acho que sem esse tempo de maturação eu não estaria onde estou agora.
As primeiras semanas foram mais difíceis, não consegui encontrar forças em mim para continuar o meu ritmo de trabalho. Agora, quase a entrar no segundo trimestre, sinto o sangue a voltar a casa.
E agora, que tenho um ninho a construir, decidi retomar os trabalhos abandonados. Esta manta, que sem me aperceber ficou dois anos à espera, levou-me uma hora a acabar. Encontrou lugar no chão da sala, junto de muitos livros e jogos, por onde mãos e mentes curiosas costumam passar.


mesa de trabalho

favourite places

sand + blue

working table today

working table today

Céu, areia, praia. Céu, areia, praia. Céu, areia, praia. Deserta. Deserta. Deserta.
Pediram-me para fazer uma manta que acompanhasse a vida de um menino até à idade adulta.
Céu, areia, praia.

1º encontro de patchwork em portugal

1º encontro de patchwork em portugal

1º encontro de patchwork em portugal

1º encontro de patchwork em portugal

1º encontro de patchwork em portugal

1º encontro de patchwork em portugal

1º encontro de patchwork em portugal

1º encontro de patchwork em portugal

1º encontro de patchwork em portugal

1º encontro de patchwork em portugal

Foi ontem, dia 18, que um grupo de mulheres de vários pontos do país se reuniu para em conjunto realizar mantas de patchwork a reverter a favor da aidglobal.
Não foi apenas um dia especial, foi um sonho realizado. Para o ano espero lá estar novamente.
Um grande bem-haja à Luísa que tão bem soube organizar este evento.

a manta

a manta

a manta

a manta

a manta

Por esta altura já estava assim, aqui já ia um pouco mais adiantada, mas só há uns dias a terminei. Estou contente com o resultado, ainda mais porque a deixei seguir o seu rumo, tentando não pensar muito, deixando o instinto e a sorte seguirem o seu caminho.
Foi acolchoada à mão (durante um Verão abrasador) e tal como as outras mantas que tenho feito, o pesponto não apanha o tecido de trás, assemelhando-se às mantas de retalhos portuguesas ( a diferença é que as minhas levam sempre um recheio para ficar mais quente). Decidi acolchoar à mão (ponto a ponto, acho que não exagero se disser que estão lá milhares - tem mais de um quilómetro de linha) e não me arrependi nem um pouco. O trabalho feito assim é muito meditativo, relaxante, espiritual.

a manta

patch solidário

o meu contributo

O meu contributo para o patch solidário. Algo me levou a tirar estes tecidos da prateleira. O carinho com que foi feito foi verdadeiro, imaginando que um dia, juntamente com tantos outros blocos, poderá dar conforto e alento a quem mais precisa. Imaginei uma criança coberta com ele, quem sabe assim aconteça.
Iniciativas como esta terão sempre o meu apoio.

almofada

almofada

almofada

Para meninas dos 0 aos 100. Vai para aqui.

devagar

devagar

devagar

Esta manta está a ser feita devagar.
Pedaço daqui, pedaço dali, um ao outro, outro com um, de um em um.
Um mais um mais um.
Cose, corta, cose, corta.
Sem pensar, que de mim só dou as mãos. Que a cabeça vai longe. A cada ponto dado, uma ideia, uma recordação, uma dúvida, uma certeza. E paro. E volto. E lá vai a cabeça a voar de novo enquanto as mãos marcam o passo.
Devagar. O tempo é do tempo, não é meu.
E esta manta há-de ser dela própria, cheia de mim.

quilting bee





Juntar um grupo de mulheres com interesses em comum dá sempre frutos.
Eu faço parte de um que para além de estar sempre on line (partilhando o gosto pela costura, pelo tricot, pelo crochet, pela maternidade e pela vida em geral) faz mantas de retalhos em conjunto. Todos os meses, novos trabalhos em patchwork são feitos com gosto e tempo, dedicados a cada uma de nós.
No fim, todas terão em casa algo feito especialmente para si por mãos amigas, mãos de diferentes mulheres de diferentes pontos do país que por acaso vieram a cruzar-se um dia.
Acreditem ou não, este era um sonho que eu tinha desde pequena. Uma daquelas ideias românticas que guardo desde sempre, aquela imagem de várias mulheres sentadas a trabalhar algo demoradamente, partilhando, silenciando, deixando na peça feita toda aquela carga emocional.
Ainda não é o grupo que se encontra nos degraus da escada a bordar, mas lá chegarei!

fotografia "Bordadeiras de Tibaldinho" tirada em 1961 por Fernando Louro de Almeida
in "Bordados de Tibaldinho", José Manuel Azevedo e Silva

está quase




No fim-de-semana fomos à feira da estrela. Passámos a tarde na conversa com gente que adoro, como a Diane e a Rita, que talvez sem saber inspiram meio mundo com o seu trabalho.
Só hoje me apercebi que o natal é já para a semana.
Estou a duas lebres de entrar de férias.



do ano passado


Esta manta em patchwork, apesar de muito cobiçada, ainda não foi vendida. Modéstia à parte, posso dizer que está realmente bem executada, de um peso considerável devido à qualidade dos materiais utilizados, e é exemplar único em todo o planeta.
Por ser do ano passado, baixo-lhe o preço.

individuais



Começo a gostar mais deles que de toalhas.
Para as crianças é mais prático porque já não levam a toalha atrás quando se levantam. Para mim porque posso me perder nos pormenores à vontade, dando à peça o tempo que precisar, sabendo que mesmo assim não levarei mais de dois dias de trabalho para fazer um.

pousa-aqui-qualquer-coisinha


pousa-aqui-qualquer-coisinha, upload feito originalmente por VirgíniaO.
Há muito que queria fazer algo assim. Assim pequeno, assim prático, assim meu. São pequenas bases para pousar o que se quiser: um copo com sumo acabado de fazer, uma chávena de chá a ferver, um biberão que vai a meio, uma fatia de bolo de iogurte...

pausa



Estou sentada à máquina de costura à tantos dias que ontem pensei que já era sexta-feira. Fiz tudo como se assim fosse. Só ao fim do dia é que me avisaram que ainda era quinta. Procurei os óculos por todo o lado, não os encontrei. Ainda bem que agora tenho um par a mais, pensei. Quando reparei, andava na rua com uns óculos na cara e outros pendurados na camisa. Praguejei que me fartei, louca à procura das chaves. Estavam o tempo todo na minha mão.
A manta ainda não está pronta, apesar de trabalhar nela o dia inteiro, nos últimos dias (a semana toda). Desmanchei todo o pesponto que tinha feito porque não estava contente com o efeito. Fui buscar a máquina de costura da minha mãe na esperança que fosse um pouco mais potente que a minha e foi o que me salvou. Afinal era a máquina, não era eu.
Agora estou a dar largas à criatividade (contida q.b.), acolchoando as três camadas de tecido, formando o verdadeiro quilt.
Só quem se dedica ao mesmo que eu, percebe o trabalho que tudo isto dá, o cansaço que temos que ultrapassar se queremos ver as coisas terminadas e a verdadeira loucura de, no final, ter de inventar um preço para algo que nos custou semanas de trabalho intensivo, já não falando nos custos de material.
Só pode ser por paixão, verdadeira necessidade criativa que mulheres e homens se dedicam a artes manuais, dando tanto de si e muitas vezes, recebendo tão pouco em troca.
E se não estou enganada, hoje é mesmo sexta-feira, véspera de um fim-de-semana que promete ser agitado e muito alegre.
Vou dar uma pausa a mim mesma.
Façam o mesmo.

feito com gosto



Este foi o meu exercício do último sábado, junto deste grupo magnífico de mulheres.
Quando disse ao Miguel que lhe tinha feito um individual, ele encolheu-se na cadeira e suspirou um "aaiii...", tal como quando lhe disse que tinha de ir ao dentista. Mesmo assim mostrei-lho na esperança do vermelho, a sua cor favorita, me salvar. E ele gostou. Gostou muito. Tanto que já lhe inventou mais funções, como base para o Jogo do Galo. E a mãe, deixando as costas procurar apoio no sofá, solta um sorriso de alívio. Consegui.
Algo que não me deixa nada indiferente é o caso da pequena Alexandra. Consigo imaginar o seu desespero, é de gelar o sangue. E como ela, tantas pessoas que cresceram assim, que poderiam ter sido outras se não tivessem sido obrigadas a crescer assim...
Eu já assinei a petição (a versão portuguesa parece estar "esgotada", daí ter assinado a versão internacional) e imploro-vos que façam o mesmo. Peço também aos que estiverem amanhã em Lisboa que se juntem ao Sr. João em frente à Embaixada da Rússia. Todos os esforços são válidos. Para saberem mais, visitem o blog que foi criado.

de tecidos cortados e cosidos e depois cortados e cosidos outra vez



Comecei mais um trabalho, no meio de tantos outros, que sou geneticamente incapaz de me dedicar a uma só causa de cada vez. Preciso sempre de um suplementar a que recorrer, para depois ao primeiro voltar. Assim tudo me parece mais interessante.
Esta foi uma noite curta mas valeu a pena. E quando se sente que uma noite mal dormida e um dia ensonado valeram a pena, quando o nosso peito se enche de ar e depois se esvazia cheio de satisfação, esse é um dos melhores sentimentos que podemos almejar. Deve fazer muito bem à saúde. Imagino uma vida inteira deste sentimento!

workshop patchwork


É sempre bom aprender, partilhar, ouvir, observar.
Do workshop da Rita trouxe vontade de pesquisar mais sobre a história das mantas de retalhos do nosso país, vontade de fazer sem medo de errar, de experimentar muito!
A Rita é uma mulher impressionante. É daquelas pessoas que vieram ao mundo para deixar a sua marca. Uma matriarca dos tempos modernos. Gostei muito, Rita.
Esta foi a minha primeira experiência no 9 patch. Aqui, ainda inacabado, faz-me lembrar um azulejo holandês. Agora, para o acabar e pôr todas as ideias em prática tenho que me lembrar constantemente da professora, que dorme muito pouco e mesmo assim mantém um sorriso fácil e contagiante.
Ao trabalho!

de sonhos

Há mais ou menos nove meses atrás tive um sonho. Sonhei que certa menina estava grávida. Indaguei as fontes mais próximas, as quais me responderam que não era verdade de todo. Passados uns meses tive a confirmação. Estava mesmo.
A manta está pronta. O bebé que venha. Perfeitinho, cheiroso e com pulmões bem fortes para mostrar aos pais quem vai mandar lá em casa!
O meu muito obrigada a esta menina pelo novo cabeçalho do blog. Estou satisfeita, como que de barriga cheia mas sem a parte da barriga. :)

nova manta



Esta pequena manta já deve ter quase um ano de gestação. Estava no cesto dos trabalhos a acabar, aquele que já se estende por vários cestos, sacos e gavetas. Gosto do seu tamanho, perfeita para aconchegar um bebé no berço ou ao colo do pai ou da mãe. Mais tarde, quando o bebé começa a querer brincar, é quente e macia para estender no chão.
É de algodão, com bordado inglês e, ao contrário das outras que até hoje fiz, não tem enchimento porque foi cosida a uma manta polar muito macia. É leve, fresca e quente ao mesmo tempo. Dá para ver que estou satisfeita?

às novas princesas



Está acabada e tinha que a fotografar já. Amanhã, limpa de linhas e passada a ferro, estará pronta para aquecer o quarto de alguma princesa que por aí ande e por ela se apaixone.