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mini mantas de mini retalhos


mini mantas
mini mantas

mini mantas mini mantas
mini mantas mini mantas

Por aqui tem estado muito frio. Lebre que é lebre aguenta qualquer intempérie mas estas, muito mimadas, pediram mantas novas para passar os dias mais bem dispostas. 
Feitas com pequenos retalhos de tecidos de algodão, medem 32x30 cm aproximadamente e estão prontas para quem quiser aquecer as lebres e outras bonecas lá de casa. 

mini mantas de retalhos

mini manta de retalhos I mini manta de retalhos Imini manta de retalhos I

mini manta de retalhos II
mini manta de retalhos II mini manta de retalhos II mini manta de retalhos III mini manta de retalhos III mini manta de retalhos III


O frio chegou e com ele a procura de calor e de conforto. Fiz lençóis de flanela para as camas dos filhos. Fiz cobertores polares para as camas dos filhos. Pijamas e camisas de dormir vão sendo feitos  no intervalo de tantas outras coisas escritas na lista dos afazeres. 

Achei que os meus bonecos poderiam precisar de se aquecer também. Mantas leves e quentes calham sempre bem, mesmo quando se é boneco. 

São três mini mantas de retalhos que podem também servir como mini individuais, se os bonecos não se importarem.

(a segunda e a terceira manta já não estão disponíveis)

a manta

manta

Comecei-a em Agosto. A partir de então, foram raras as noites em que não trabalhei nela. Era um pedido especial, de uma mãe para um filho, algo que ficasse para a vida. E eu quis dar o meu melhor, algo que dissesse o quanto o amor de mãe contém, que registasse o valor do tempo que passa por nós, que mostrasse que com quase nada somos capazes de fazer tudo. Um retalho, junto a outro e a outro e a outro é capaz de se transformar em algo Maior. 

  manta
Comecei por olhar para o relógio. Cada bloco levava 45 minutos a fazer. Escolher, coser, passar a ferro, cortar, escolher, coser, passar a ferro, cortar, escolher, coser, passar a ferro, cortar... Depois deixei de contar. Se percorresse as centenas de metros de linha que levou, chegaria longe.

manta manta manta Terminei-a hoje e embora sinta uma certa liberdade após tanto tempo dedicado a um só objecto, o meu corpo pergunta porque não se vai sentar à máquina de costura, como de costume, até as costas começarem a doer. Vou sentir saudades.

 

manta para bebé

manta para bebé manta para bebé + eu sombra

Mais uma manta para bebé feita por mim. O bebé nasceu poucos dias depois de a acabar por isso poderá ouvir-se dizer daqui a uns anos que "esta manta tem tanto tempo quanto tu!". 
É uma honra ser escolhida para fazer estes presentes tão especiais. 

E agora apercebo-me que, depois de tantos empregos mal empregados que me faziam tão infeliz, tudo o que eu precisava era de uma oportunidade para fazer algo com amor. Não será isso que todos procuramos?

ganga em (re)construção

ganga em construção

ganga em construção

ganga em construção


A casa está em obras. Tudo o que consegui resgatar foram os pedaços de ganga que tenho vindo a guardar para um dia fazer uma manta. E ainda bem. Estou a adorar a forma como os diferentes azuis se conjugam entre si, surpreendendo-me e aprendendo com cada retalho. O medo de entrar pela estrada errada, de não deixar fluir o trabalho, de dar demasiados ouvidos às dúvidas de quem faz um trabalho que nunca mais se irá repetir - esse ainda espreita. E vou dizendo a mim mesma: que bom seria poder fazer isto durante toda a minha vida e chegar aos dias em que a segurança vence a insegurança e os trabalhos reflectem a sabedoria da idade.

43

43

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missão cumprida

A manta ficou pronta a tempo. Na véspera, pela noite dentro e no próprio dia, pela tarde fora, o que interessa é que ficou pronta no dia do seu aniversário e que lhe foi entregue pelo filho, que ele tanto adora. Feita com camisas dele e minhas, gostava que esta manta ficasse na família por muitos e bons tempos.

dois anos depois

dois anos depois

dois anos depois

Obrigada a todos pela resposta calorosa ao último post. Há muito que se ponderava sobre o assunto cá em casa - hoje sei que não era preciso ponderar tanto, que a vida deve ser vivida vivendo-a, mas acho que sem esse tempo de maturação eu não estaria onde estou agora.
As primeiras semanas foram mais difíceis, não consegui encontrar forças em mim para continuar o meu ritmo de trabalho. Agora, quase a entrar no segundo trimestre, sinto o sangue a voltar a casa.
E agora, que tenho um ninho a construir, decidi retomar os trabalhos abandonados. Esta manta, que sem me aperceber ficou dois anos à espera, levou-me uma hora a acabar. Encontrou lugar no chão da sala, junto de muitos livros e jogos, por onde mãos e mentes curiosas costumam passar.


clientes satisfeitos

manta

manta

Miguel e a manta



A manta já está feita e já foi entregue. Acompanhará o M. por muitos anos e quem sabe, talvez fique para os seus descendentes, um dia. Foi feita devagar, com muito carinho, a pensar nisso mesmo - o oposto daquilo que é feito em massa, à pressa, sem cuidado nos detalhes, que muitas vezes perde a qualidade nos primeiros tempos.


A última foto foi tirada já no seu novo ambiente, tal como estas que vou coleccionando. Aproveito para convidar todos aqueles que tanto me têm apoiado a enviar (virginia ponto otten arroba gmail ponto com) fotografias dos meus trabalhos nas suas novas casas (ou fora delas).

a manta

a manta

a manta

a manta

a manta

Por esta altura já estava assim, aqui já ia um pouco mais adiantada, mas só há uns dias a terminei. Estou contente com o resultado, ainda mais porque a deixei seguir o seu rumo, tentando não pensar muito, deixando o instinto e a sorte seguirem o seu caminho.
Foi acolchoada à mão (durante um Verão abrasador) e tal como as outras mantas que tenho feito, o pesponto não apanha o tecido de trás, assemelhando-se às mantas de retalhos portuguesas ( a diferença é que as minhas levam sempre um recheio para ficar mais quente). Decidi acolchoar à mão (ponto a ponto, acho que não exagero se disser que estão lá milhares - tem mais de um quilómetro de linha) e não me arrependi nem um pouco. O trabalho feito assim é muito meditativo, relaxante, espiritual.

a manta

devagar

devagar

devagar

Esta manta está a ser feita devagar.
Pedaço daqui, pedaço dali, um ao outro, outro com um, de um em um.
Um mais um mais um.
Cose, corta, cose, corta.
Sem pensar, que de mim só dou as mãos. Que a cabeça vai longe. A cada ponto dado, uma ideia, uma recordação, uma dúvida, uma certeza. E paro. E volto. E lá vai a cabeça a voar de novo enquanto as mãos marcam o passo.
Devagar. O tempo é do tempo, não é meu.
E esta manta há-de ser dela própria, cheia de mim.

manta



Acabei-a. Estou satisfeita com o resultado. Simples, rústica e bonita.
E caminhar no campo com uma manta aos ombros tem algo de mágico - perde-se a noção de lugar e tempo, o peso de ser quem somos - surge uma sensação de abrigo, de fronteira erguida entre o nosso mundo interior e o mundo exterior. E este parece-me um sentimento tão antigo quanto nós, o mesmo que procuramos desde que nascemos - o mesmo que acompanha a humanidade desde os seus primeiros tempos.

por aqui





Não é só o parto que dói. A maternidade dura para sempre na vida de uma mulher.
Tenho a certeza que nos seus 7 anos já está a entrar na puberdade.
Hoje, de todos os blogs que gosto de ler pela manhã, só este fez sentido. Os outros, de tão perfeitos que querem parecer, deixaram-me ainda mais mal-disposta.

Gosto de alternar bonecos com mantas de retalhos. Assim, quando estou cansada do trabalho minucioso, vou descansar para um trabalho mais livre.

está quase




No fim-de-semana fomos à feira da estrela. Passámos a tarde na conversa com gente que adoro, como a Diane e a Rita, que talvez sem saber inspiram meio mundo com o seu trabalho.
Só hoje me apercebi que o natal é já para a semana.
Estou a duas lebres de entrar de férias.



do ano passado


Esta manta em patchwork, apesar de muito cobiçada, ainda não foi vendida. Modéstia à parte, posso dizer que está realmente bem executada, de um peso considerável devido à qualidade dos materiais utilizados, e é exemplar único em todo o planeta.
Por ser do ano passado, baixo-lhe o preço.

destes dias


Ainda a tentar perceber se sou organizada ou desorganizada, decidi que tinha que esvaziar uma gaveta. Uma das muitas gavetas cheias de potencial mas que acaba por ocupar muito espaço. São muitos os retalhos que se vão juntando por aqui - e eu, que não gosto nada de desperdício, tento aproveitar tudo, mesmo os mais pequenos e de forma estranha.
Assim, decidi esvaziar a gaveta. Aleatoriamente, fui cosendo um a um, sempre tentando não pensar no efeito final (e é muito difícil esvaziar a cabeça e fazer um trabalho destes não pensando no efeito final), depois cortei-os outra vez, cosi novamente, e por fim cortei tudo na medida que queria.
Foram três dias de trabalho intensivo que valeram bem a pena. Gosto do que surgiu à minha frente.
Mas a época natalícia está à porta e eu vou ter que deixar este novo trabalho descansar por uns tempos, provavelmente até o ano que vem.
Aproveito para informar que não vou poder aceitar muito mais encomendas. Peço que confirmem as mesmas o mais breve possível ou infelizmente não as vou poder aceitar.