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a vida quase a andar para a frente

a tentar voltar ao trabalho

A vontade de voltar ao trabalho é muita mas o tempo que me resta depois de todas as outras tarefas diárias não é nenhum.

À procura de uma escolinha simpática para a senhorita Alecrim, porque é esse o seu desejo. As públicas não têm vagas, as privadas são muito caras. 

Tentei mudar um pouco a cara da lebre. Depois de muitos rabiscos, fiz esta à direita.  Gostava de saber a vossa opinião. 

Uma fotografia tirada pelo telemóvel e dez minutos corridos para escrever. É isto que tenho por hoje!

Uma boa semana a todos!


Boas Festas!

merry xmas merry xmas merry xmas merry xmas merry xmas

A todos os que por aqui costumam passar, que deixam sempre uma palavra amiga, àqueles que me escolhem para fazer a tal prenda especial, àqueles que tão pacientemente têm esperado por mim, aos que seguem este blogue há anos e aos que o acabaram de descobrir... um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!

Por um Natal puro, não consumista, simples e verdadeiro. 

happy customers

a primeira lebre continua em boas mãos
a primeira lebre continua em boas mãos
O Tom foi um dos primeiros clientes do Amo-te Mil Milhões. As lebres ainda davam os seus primeiros passos. O pai, a trabalho por Portugal na altura, levou-lhe a Clementina como presente de nascimento. Os anos passaram e a amizade entre os dois manteve-se. 
Adivinhem lá como me sinto ao receber notícias destas!
 clementina

Todo o amor dá frutos. E os meus bonecos vão cheios dele.

nova lebre

nova lebre nova lebre nova lebre nova lebre

Pediram-me para fazer uma lebre à la Marc Jacobs. Foi um trabalho que me acompanhou por muitas noites e madrugadas mas fiquei contente com o resultado. 
Agora quero ter tempo para fazer mais. Ideias não faltam.

nova lebre

sneak peek

sneak peek sneak peek sneak peek

Terminei uma lebre mas ainda não a posso mostrar por completo. Levou umas pequenas alterações que estava por testar há que tempos e fiquei satisfeita com o resultado. De resto, só posso adiantar que é a lebre mais bem vestida que já vi.

lebre de dezembro

lebre de dezembro lebre de dezembro lebre de dezembro lebre de dezembro
Não tenho a certeza, mas acho que esta é a primeira lebre do ano. Primeira e única, muito provavelmente. Foi um ano em que o trabalho teve que tomar lugar secundário na minha vida e poucas foram as encomendas que aceitei. O tempo, por mais que o tente esticar, tem o tempo que o tempo tem - e nem mais um minuto.
lebre de dezembro

Esta é, portanto, a lebre de dezembro, que nasceu no frio, pronta para aquecer o coração da mãe e da filha que a vão receber. Que brinquem, que sonhem, que aproveitem todo o tempo que as une. Vai cheia de amor por dentro.

bonecos de pano, tempo e respeito


Este tempo faz-me lembrar os dias cinzentos da Holanda, pequeníssimos, escuros, solitários. Mas porque já passei muitos desses dias, recuso-me a ceder. Lembro a mim mesma que tudo vai passar e que a minha alma nada tem que se deixar influenciar. Apetecia-me ter ido escalar uma montanha ou correr atrás do meu filho pela praia, ofegante, prometendo-me fazê-lo mais vezes, esquecendo a promessa logo que chegasse a casa.
Mas o domingo foi passado em casa, de pijama, no meio de plasticinas e quebra-cabeças, o passatempo preferido dos dois homens cá de casa, que passam a semana fora. Mas a mim, que tenho uma das mais necessárias e mais impopulares de todas as ocupações destes tempos, que passo a semana em casa no meio de roupa para lavar, para secar, para passar, de almoços e jantares, de viagens de ida e volta casa-escola-casa-escola, de linhas que gostam de se espalhar pela casa toda, de bonecos que vão nascendo das minhas mãos ainda como milagre, a mim apetecia mesmo ir lá para fora. Mas diz que vai melhorar. E eu acredito sempre.
Já a segunda-feira começou da melhor maneira possível. Consegui que os primeiros raios de sol da manhã colaborassem comigo de modo a fotografar os recém-nascidos e logo que ligo o computador recebo um prémio! Um prémio! E não foi um qualquer: o prémio Blog de Ouro, Mulher Diferente. E o melhor de tudo, a cereja no topo do bolo, recebi-o das mãos de alguém que admiro - a Pequete, mãe-bióloga-ilustradora que participa no Pés na Relva, blog sobre famílias que praticam o ensino doméstico em Portugal, o qual eu tinha a certeza absoluta que com o tempo começaria a dar frutos.
Agora compete-me atribuir o prémio a seis outros blogs. Tarefa que me diverte, devo dizer, e que vou saborear ao longo do dia.


Assim, já estou mais feliz.

bom fim-de-semana



Àqueles que não são leitores frequentes da ervilha cor de rosa, deixo um link obrigatório que a Rosa referiu há uns dias. É por isto que não entro em lojas dos chineses, fujo dos centros comerciais, prefiro a fruta nacional mesmo que menos lustrosa, penso muitas vezes antes de comprar algo sem o qual consigo viver muito bem e gosto cada vez mais de apoiar artesãos, tradicionais ou urbanos. Mesmo sabendo que corro o risco de me transformar numa nova espécie de bicho do mato, sinto que estou mais perto de viver com consciência limpa.
Agradecer o vosso apoio nunca é demais.
Bem-Hajam.

de poetas e de loucos...


She likes him



and she's not afraid to show it.





Poor guy.

do fim-de-semana


Encontrei a estante que há muito procurava. Não muito alta, para manter a ideia de amplitude de que tanto gosto, mas com espaço para muitos livros (talvez um décimo do que há cá por casa). A cor também corresponde, tem até umas pequenas flores pintadas de lado e o seu ar velho e usado dá alma à sala. E o melhor de tudo: 20 euros. É por isso que adoro a ideia de aproveitar coisas em segunda mão e o recomendo vivamente. Para além de ser barato, é ecológico, e não deixa de ser um teste à nossa fonte criativa. A verdade é que a sala ficou tal e qual como gostaria que ficasse e sempre que lá passo sinto vontade de sorrir.



E temos boneco novo, pois claro. É uma lebre. Diz que não gosta deste tempo frio, que preferia ter nascido no Verão...

Talvez sinta menos frio quando o irmão nascer.


Por enquanto, aqui.