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work in progress

wip wip wip

Há muito que queria embarcar numa nova aventura. Sonhava com cabeleiras fartas e traços humanos e as suas infinitas possibilidades. Infinitas possibilidades. 
Contar a história que cá vai dentro, a minha história, real e sonhada - porque todos somos realidade e sonho, um conto íntimo que ganha asas e voa.
Ainda estou a trabalhar nela mas aos poucos vejo-a ganhar forma. E ela olha-me e diz-me o mesmo. 

Entretanto, a LeCool diz que sou uma dos 100 lisboetas a conhecer. A verdade é que quem segue este blogue há 8 anos já me conhece razoavelmente bem ;)

perneiras para ela

perneiras perneiras perneiras

Entretanto, enquanto as meias esperam os calcanhares, fiz umas perneiras (ou caneleiras?) para a senhorita Alecrim. Como ainda não tinha trabalhado em magic loop sem ser em meias, achei que umas perneiras seriam o projecto ideal para uma estreante como eu. E não me enganei! Gostei muito de as fazer. O fio foi este , muito macio e bonito (percebi o entusiasmo da surpresa de uma nova cor sempre ao virar da esquina) mas para a próxima quero usar um mais natural (algodão ou lã) mas igualmente macio (admito que sou daquelas almas sensíveis à aspereza da lã - não me batam por favor!). Não segui modelo, montei 52 malhas e tricotei até chegar ao joelho ("mãe, doi-me o cotovelo do joelho!"). Podia tê-las feito mais compridas mas a cliente não quis, o que calhou bem visto que me custou exactamente um novelo e nada mais. 

Aceitei o desafio feito pela Rosário e vou fazer pelo menos um par de meias no mês de Março. A ver vamos. :)

Antes que me esqueça, a equipa da Cose+ convidou-me a responder a umas perguntas e eu respondi com muito gosto. Vão lá ver e não deixem de seguir esta nova revista sobre costura 100% portuguesa, que muito promete! Tenho a certeza de que vão gostar.

entrevista no PinkNounou

brincar brincar brincar brincar

A Ana, do blog PinkNounou convidou e eu respondi. Gosto da oportunidade que uma entrevista como esta nos dá de olhar para a nossa vida de fora para dentro. Se há dias em que vejo a vida passar a correr e desespero  tentando fazê-la abrandar para que todos se sintam donos do seu tempo e dele possam desfrutar, há outros, como aquele em que fui em busca de fotografias para ilustrar esta entrevista, em que me apercebo que feitas as contas nós, aqui em casa, estamos muito perto de ter a vida que eu idealizo. Só precisava de mais umas dez horas por dia (e para isso vou tentar começar a deitar cedo e cedo erguer).

entrevista no blog Pano p'ra Mangas

Sem título

A Margarida convidou-me a responder a umas perguntas no seu blog. Quem quiser ler, é passar por lá!

como fazer uma borla para tricot

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Fazer uma borla é tão simples! Mas tal como eu, que só aprendi depois de a minha avó mo ter mostrado, haverá muita gente que ainda não sabe nem nunca viu ninguém fazer. Para essas pessoas, aqui fica um passo-a-passo em imagens. Caso restem dúvidas, é só perguntar.

Outras borlas aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

Passem no By Deva, o blog da Márcia. Estou lá de visita!

Bom fim-de-semana!


featured on Caos Magazine & Trend Alert

Foram duas as revistas on-line que me convidaram a responder a umas perguntas nas últimas semanas: a Caos Magazine e a Trend Alert. Na primeira, a minha sugestão para uma visita à nossa terra e na segunda, um pouco mais sobre mim. Ora espreitem!

O meu obrigada à Carla, da Caos Magazine e à Vanessa da Trindade e à Mónica Amorim, da Trend Alert.
Foi um gosto!

a lebre e o seu banco


Era uma vez uma menina muito bonita e prendada. Dia e noite sem parar, lá estava ela a trabalhar.
Segunda-feira era um dia especial. Todas as semanas, nesse mesmo dia, procurava um banco para subir. Sem que alguém desse conta, retirava a câmara da bolsa e fazia um retrato. Era o seu retrato em cima de um banco à segunda-feira.
Essa menina pediu-me para fazer uma lebre especialmente para si. Depois de alguns dias a pensar no que havia de fazer, foi assim que a consegui retratar melhor. A gola grande, inspirada naquelas que faz, a túnica preta e as botas quentes de inverno, que não me importava nada de ter em tamanho 38. O banco, esse, foi feito pelo meu bisavô e faz parte do que resta da mobília das bonecas - uma relíquia que guardo comigo e que me faz lembrar do quanto um adulto pode manter-se criança até querer.
Por falar nisso, espreitem o Vidas Crafty desta semana.