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(re)fazer lápis de cera

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A lata dos lápis de cera está mais que cheia. Com 11 anos de uso diário não sei como é possível ainda estar tão cheia, mas está. Temos aqueles lápis bonitos, cujo cheiro me leva imediatamente ao armário do material da sala de aula da professora Maria e temos muitos pedaços partidos que teimamos em não perder. Para quê tanta quantidade?
Para além disso, o formato dos lápis de cera cá de casa, apesar de ser perfeito para mãos que já estão acostumadas a desenhar, parece-me pouco apropriado para as mãos mais pequenas e inexperientes. 
A ideia amadureceu e decidi transformar a cozinha num laboratório por uns minutos. Separei os lápis por cores, começando pela cor que a senhorita Alecrim menos usa, não fosse a experiência dar para o torto. Derreti-os em banho-maria, o que levou muito mais tempo do que esperava, talvez devido às diferentes qualidades de lápis. Não satisfeita com a quantidade que estava a conseguir obter, lembrei-me de lhes juntar umas velas (cuja caixa também está cheia há anos, por mais que use velas no inverno), retirando-lhes o pavio. Fiz uns canudos de papel (aqueles filtros para café que não uso serviram perfeitamente) e verti a cera quente lá para dentro. Nesta altura percebi que toda esta experiência não se consegue em minutos nem com crianças pequenas por perto mas que tanto o processo como o resultado são muito gratificantes. 

gola Mao

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Esta é capaz de ser a minha camisa preferida. Tem 20 anos de uso (!) e continua como nova. Foi comprada na H&M, ainda esta não tinha chegado a Portugal, numa época em que nem esta nem outras marcas eram sinónimo de má qualidade.
Apesar de gostar de camisas de corte masculino, os colarinhos e eu deixaram de se entender. Acho-os desnecessários, pesam-me. 
Hoje peguei nela e em 10 minutos, mais coisa menos coisa, tinha uma gola Mao. O resultado é uma camisa muito mais bonita e, acima de tudo, que assenta melhor a minha personalidade, que é isso que procuro no meu guarda-roupa. 
aqui tinha feito o mesmo, e curiosamente, fi-lo por volta desta altura do ano, aquela em que a Primavera começa a querer acordar-me de um longo Inverno.

Há algo de espiritual numa gola Mao. 


casa de cartão

casa casa

O expositor estava lá à nossa espera, apenas com o pacote de que precisávamos, completamente disponível para quem lhe conseguisse ver as promessas de uma vida futura. Eu não podia virar as costas e continuar o meu dia deixando-o ali. Era enorme mas coube no carro, os colaboradores estavam ocupados mas colaboraram, pela loja formou-se um rastro de açúcar mas ninguém se importou em ter que varrer - tudo porque era para fazer uma casa de brincar.