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como fazer etiquetas em casa

como fazer etiquetas em casa como fazer etiquetas em casa como fazer etiquetas em casa como fazer etiquetas em casa

Há dias fiz mais uma remessa de etiquetas e lembrei-me de mostrar aqui já que essa é uma das perguntas mais frequentes na minha caixa de correio. Não é nada difícil, pelo contrário, apenas leva algum tempo, como tudo aquilo que se faz em casa, de raiz. 

Ferramentas: 

» impressora
» papel fotográfico para transferência em tecido (papel transfer)
» fita (após alguns anos a usar fita de algodão descobri que a de poliéster é muito mais eficaz, adere melhor e dura muito mais tempo, mesmo após centenas de lavagens à máquina e algumas idas à máquina de secar) » tesouras (para papel e para tecido)
» ferro de engomar

Como fazer:

» Imprimir para papel transfer, escolhendo a opção mirror image (imagem em espelho). Pode sempre testar numa folha de papel normal antes de passar à folha de papel transfer.

» Cortar cada uma das futuras etiquetas.

» Passar a ferro sem vapor durante algum tempo, até o papel descolar facilmente da fita.

» Retirar o papel.

» Cortar a fita no tamanho desejado e... etiquetar!



Bom trabalho!

reciclar roupa de criança


antes e depois
antes e depois
Um pequeno e simples "antes e depois".
De uma camisola de cavas do M. fiz um vestido para a m.
Depois de cortar pela altura desejada, franzi ligeiramente a parte inferior da camisola (ver aqui como franzir). Cosi a parte de cima à de baixo e aproveitei o pouco de tecido que sobrou para fazer um laço.

a mala para a maternidade

mala para a maternidade

muda fraldas

muda fraldas

muda fraldas

Muito havia para dizer sobre esta mala. Primeiro, que é a reciclagem da mala do M., que usei há quase 10 anos - a mala antiga está lá, dentro da mala nova, que na verdade é apenas uma capa nova. Com o muda-fraldas aconteceu o mesmo, o antigo ficou dentro do novo.
Segundo, que foi a minha avó que a começou a reciclar, para me ajudar. Mas como o bom tempo lá fora a chamava para a horta, a mala foi esperando, esperando - porque todos nós temos tempo, porque o tempo é infinito, porque a vida é uma estrada sem fim mesmo que racionalmente saibamos que isso não é verdade. Mesmo assim, porque gostava de ver as coisas feitas e não por fazer, ela passou o último dia da sua vida a tentar acabar a mala. E eu só espero que nunca lhe tenha passado pela cabeça que não a iria poder acabar.
Terceiro, que me custou muito acabar este trabalho mas que estou contente por ter tido a coragem de o fazer. É o nosso último trabalho a 4 mãos. E ficará comigo para sempre.

Agora, ajudem-me: do que é que um recém-nascido precisa mesmo para os seus primeiros dias na maternidade?

flanela

flanela

flanela

flanela

flanela

A flanela está presente nas boas recordações de infância de quase todos nós. Dos invernos chuvosos, frios e escuros recordo apenas o chegar a casa, a lareira acesa, a sala quente e as camisas de dormir de flanela feitas com muito carinho. Muitas vezes pergunto-me se o M. guardará recordações assim, se farei o suficiente para lhe aquecer a vida. E logo me surge a certeza que sim.
Os dias passam-se entre a máquina de costura, tentando acabar o enxoval daquela que está quase a chegar (sinto-me numa corrida contra o tempo) e análises e ecografias e consultas de rotina, com um internamento surpresa pelo meio - já são 36 semanas e eu, mãe de segunda volta sinto-me mais ansiosa que da primeira vez.
Não podia deixar de fazer também algo para o filho mais velho, aquele que vejo entrar já numa pré-puberdade mas que ainda gosta de adormecer na segurança que só a cama dos pais sabe oferecer, e fiz-lhe umas calças de pijama de flanela muito macia na esperança que, pelo menos, não as achasse algo muito infantil, como ele próprio diz muitas vezes. Qual não foi a minha surpresa quando as agarrou e abraçou e disse que as adorava e as vestiu logo de seguida!...
A flanela resulta sempre.

quando trabalhar é um prazer

quando trabalhar é um prazer

quando trabalhar é um prazer

quando trabalhar é um prazer

quando trabalhar é um prazer

De manhã ao fim da tarde, durante três dias. A única coisa que sabia era que me apetecia trabalhar com vermelho e que não podia comprar nada. Reciclei o contorno do berço do irmão mais velho (feito há 10 anos) e dei-lhe uma cara nova.
Acho a chita ainda mais bonita quando a trabalho e gosto bastante do ar antigo mas ainda assim fresco com que o berço vai ficar. Perfeito para a menina que aí vem.

babetes : bibs

babete # 7


Novos babetes aqui e aqui.

Um bom domingo a todos!

a casa

patch solidário 2011


Faltam 3 meses para o novo membro da família entrar pela porta de casa e ela ainda não está pronta. Posso dizer que está quase pronta. Têm sido dias e noites a organizar papéis, livros, revistas, tecidos, rendas, lãs, retalhos e mais retalhos e mais retalhos... São estas limpezas domésticas que me fazem perceber o que é realmente importante para mim: aquilo que fica em casa é, definitivamente, o que me faz feliz e o que sai de casa já foi importante, já cumpriu o seu propósito e agora pode dar espaço ao novo. Nada é para sempre e o que vem é sempre mais importante do que o que já foi. Assim sendo, os retalhos, as lãs, as rendas, os tecidos, as revistas, os livros e alguns papéis ficam comigo porque sem eles a minha vida não era a mesma.

A casa, aquela do meu sonho de criança, foi o tema escolhido para o patch solidário deste ano.

ganga em (re)construção

ganga em construção

ganga em construção

ganga em construção


A casa está em obras. Tudo o que consegui resgatar foram os pedaços de ganga que tenho vindo a guardar para um dia fazer uma manta. E ainda bem. Estou a adorar a forma como os diferentes azuis se conjugam entre si, surpreendendo-me e aprendendo com cada retalho. O medo de entrar pela estrada errada, de não deixar fluir o trabalho, de dar demasiados ouvidos às dúvidas de quem faz um trabalho que nunca mais se irá repetir - esse ainda espreita. E vou dizendo a mim mesma: que bom seria poder fazer isto durante toda a minha vida e chegar aos dias em que a segurança vence a insegurança e os trabalhos reflectem a sabedoria da idade.

18 semanas

túnica maternidade

túnica maternidade

túnica maternidade

Os dias já não são os mesmos. A prioridade neste momento é dar a volta à casa de forma a que caiba cá mais uma pessoa com todo o comforto que merece. O meu quarto de costura vai desaparecer em breve e tudo o que lá tenho vai ter que encontrar novo lugar neste pequeno apartamento. Não sei como o vou fazer, mas sei que o vou fazer.

Entretanto, uma túnica foi feita. Sem molde, apenas olhando em frente ao espelho dando voltas ao tecido, descobrindo o melhor casamento entre o tecido e o corpo. Cruza à frente, apertando com uma mola de pressão por dentro no lado oposto para que não descaia. A meio das costas tem um pequeno elástico para que se ajuste melhor à cintura e vá acompanhando a gravidez. Com costuras largas, será fácil desmanchar e alargar se assim for necessário. Foram algumas tardes bem passadas na companhia da avó, a mestra.


43

43

43

missão cumprida

A manta ficou pronta a tempo. Na véspera, pela noite dentro e no próprio dia, pela tarde fora, o que interessa é que ficou pronta no dia do seu aniversário e que lhe foi entregue pelo filho, que ele tanto adora. Feita com camisas dele e minhas, gostava que esta manta ficasse na família por muitos e bons tempos.

por aqui

das camisas do pai

a casa cheira a bolo


Por aqui cheira a bolo e as camisas do pai ganham nova forma.
Está a chegar aquela altura do ano em que já deveria ter programado as férias para a família. Alguém tem uma sugestão?

dois anos depois

dois anos depois

dois anos depois

Obrigada a todos pela resposta calorosa ao último post. Há muito que se ponderava sobre o assunto cá em casa - hoje sei que não era preciso ponderar tanto, que a vida deve ser vivida vivendo-a, mas acho que sem esse tempo de maturação eu não estaria onde estou agora.
As primeiras semanas foram mais difíceis, não consegui encontrar forças em mim para continuar o meu ritmo de trabalho. Agora, quase a entrar no segundo trimestre, sinto o sangue a voltar a casa.
E agora, que tenho um ninho a construir, decidi retomar os trabalhos abandonados. Esta manta, que sem me aperceber ficou dois anos à espera, levou-me uma hora a acabar. Encontrou lugar no chão da sala, junto de muitos livros e jogos, por onde mãos e mentes curiosas costumam passar.


fruta da época

fruta da época

fruta da época

fruta da época

fruta da época

fruta da época

fruta da época

É o meu alimento preferido - a fruta.
Para além de nos presentear com algo tão saboroso, escolhendo aquela que mais precisamos na devida altura, a natureza decidiu fazer da fruta uma verdadeira obra de arte. Cada uma mais bonita que a outra.
Quanto a mim, é impossível dar uma dentada sem observar primeiro, maravilhada.


mesa de trabalho

favourite places

sand + blue

working table today

working table today

Céu, areia, praia. Céu, areia, praia. Céu, areia, praia. Deserta. Deserta. Deserta.
Pediram-me para fazer uma manta que acompanhasse a vida de um menino até à idade adulta.
Céu, areia, praia.

dos meus dias

ao fim da tarde

ao fim da tarde

Ao fim da tarde, pelas seis horas, a luz do sol entra na sala abruptamente e fere-me os olhos. Todos os dias, pela mesma hora, chego-me à janela de olho semicerrado, praguejo um pouco e fecho o estore. A verdade é que me sabe bem, esta luz ao fim da tarde.
Estou quase quase a acabar uma encomenda que me tem mantido ocupada durante o último mês. Já estou com saudades de fazer bonecos.