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gansos coroados


Os dias não são suficientes para tudo aquilo que quero fazer.
Nasceram sete gansos, desta vez coroados (não me perguntem porquê!), o que lhes dá um ar ainda mais altivo. Agora, há que fazer uma loja on-line (confesso que essa é a parte que menos gosto no meu trabalho).
Tenho que acabar as peças que comecei para enviar para as famílias refugiadas e recolher todos os trabalhos daquelas que se juntaram a mim neste projecto até o final da semana. Daqui a poucos dias seguem para a Grécia.
O aniversário da senhorita Alecrim está aí não tarda e eu já sei o que lhe quero fazer.
Haja saúde para mãos irrequietas :)
Tenham uma boa semana!

lebre António

lebre António lebre António lebre António lebre António lebre António

Felicidade é acompanhar o crescimento de uma família com o trabalho das nossas mãos. 

lebre Maria

lebre Maria


lebre Maria


lebre Maria


lebre Maria



A lebre Maria já está na sua nova casa. Espero que brinque muito e que seja uma excelente companheira. Foi feita com carinho, para durar muito e muito tempo! 


lebre Sofia

lebre Sofia lebre Sofia

lebre Sofia<


Mais uma encomenda acabada, pronta a entregar. Entre refeições por fazer, louça por lavar, roupa por estender, canções de embalar, lixo por reciclar, comida por comprar ,narizes por assoar cresce um boneco de pano. Quando olhamos para ele pronto, esquecemo-nos das dores e das noites mal dormidas. 
Tudo o que quero é ter tempo para fazer tudo o que quero.

os gatos gémeos

os gémeos
os gémeos os gémeos


Estou de volta, com muito trabalho em mãos, muitas ideias em mente, e muita vontade de dar vida a esta minha casa (que também é vossa). 
O que percebi e aceitei é que na minha vida, de momento, não cabe tudo. (Haverá vida em que tudo cabe?) Sentia a mente demasiado cheia, como que um quarto demasiado cheio e escuro em que ninguém entrava há muito tempo. Ninguém gosta de ter um quarto morto em casa, certo? Como cheguei a esse ponto, não sei, mas tenho a certeza que não sou a única a senti-lo. Talvez sejam os 40 a aproximar-se (entretanto fiz 39!). Senti que a bagagem que tinha às costas era demasiado pesada para aquilo que ainda quero caminhar. E que dessa bagagem, o que realmente preciso é muito pouco. Tenho me obrigado a desfazer de coisas de que não preciso, o que não é fácil para mim, que sou coleccionadora por natureza. Mas no fim, sabe mesmo bem perceber que conseguimos perfeitamente viver sem aquele casaco ou aquele vaso, que a culpa é uma invenção do ser humano e que se a superarmos crescemos e fazemos espaço na casa, na vida e mais importante ainda - em nós. 

Percebi e aceitei também que tenho que relaxar mais. Os meus dias, por incrível que pareça a muitos (até a mim!), são passados a correr desde que me levanto até que desmaio na cama. E isto, quase sempre dentro de casa (que não é grande). E isso é ridículo, não o aceito, não o quero na minha vida. Quero ter tempo para trabalhar, para ler, para brincar com os meus filhos, para caminhar, para ver bons filmes, para desenhar, para descobrir. E vou consegui-lo. Se os meus dias são mais frutíferos por andar a correr? Nem por sombras. 

Há que adoptar rotinas que me ajudem a criar novos hábitos. Para começar, vou voltar a partilhar um pouco dos meus dias por aqui, que gosto tanto de o fazer e vou voltar a acompanhar os dias de quem tanto gosto de ler. É algo que me faz feliz. Sem dúvida alguma, algo para manter.


os gémeos


Assim que nasceram, os gatos gémeos voaram para o Texas, onde tenho a certeza que serão felizes. Mandem notícias!

lebre

lebre lebre lebre

Esta lebre já tinha feito parte de uma sessão fotográfica mas ainda não estava acabada. Assim que vestiu a saia largou a correr para os braços da sua nova dona. Pelo que sei, está feliz. :)

Uma salva de palmas à senhorita Alecrim que acompanha o nascimento de todos estes bonecos, respeitando o facto de não serem para ela, deixando-os ir em paz, esperando pacientemente pelo dia em que a mãe terá tempo para fazer (mais) um para ela. 


Mãe Canguru

Cangurus Cangurus Cangurus

Tenho estado as duas últimas semanas de volta destas meninas. Foi um pedido especial, que decidi fazer num tecido que nunca tinha experimentado. Confesso que não sei se voltarei a trabalhar com ele porque embora seja muito macio e agradável ao tacto, é muito diferente daqueles a que estou habituada.
Fazer uma canguru já estava na minha lista de bonecos a testar por isso tive que dizer que sim à proposta que surgiu. E ainda bem que o fiz porque se até então o canguru era aos meus olhos um animal estranho (não consigo gostar de caudas), hoje até o acho elegante. Foram tantos os desenhos que rabisquei que passei a percebê-lo melhor. O canguru é um animal fortíssimo (não confundir com aqueles que mal vemos no Jardim Zoológico), imponente mas também é um mamífero que transporta a cria, protegendo-a até esta estar pronta para a vida. E quem não se identifica com isso?
Antes deste fiz um outro, que fica para mim e agora tenho que fazer mais um para a menina cá de casa, que os adorou.

E é assim que os bonecos Amo-te Mil Milhões são feitos, com grande dedicação e cuidado, nos intervalos da vida de mãe. 

miau

as primeiras do ano as primeiras do ano as primeiras do ano as primeiras do ano as primeiras do ano

São as primeiras do ano, ou últimas do ano que passou. Fizeram comigo a transição do velho para o novo. Óptimas ouvintes, pacientes, já deviam estar desejosas de sair das minhas mãos. Assim que as dei por terminadas, fizeram as malas e partiram para as suas novas casas.

Costumam perguntar-me quanto tempo levo a fazer um boneco, ao que eu respondo mais ou menos da mesma maneira: se tivesse um dia inteiro só para o meu trabalho, provavelmente demoraria dois ou três. Quando digo que um destes casacos leva umas quatro (para não dizer cinco ou seis) horas a fazer compreendo o espanto e até a dúvida no olhar de quem pergunta. A mim também me custa a crer, mas é a verdade. No outro dia passei por um blogue cujo nome não devia ter esquecido, onde a artesã, na descrição do seu trabalho, incluía também o tempo que o levava a concluir. Gostei da ideia e acho que a vou começar a praticar. 

mini mantas de retalhos

mini manta de retalhos I mini manta de retalhos Imini manta de retalhos I

mini manta de retalhos II
mini manta de retalhos II mini manta de retalhos II mini manta de retalhos III mini manta de retalhos III mini manta de retalhos III


O frio chegou e com ele a procura de calor e de conforto. Fiz lençóis de flanela para as camas dos filhos. Fiz cobertores polares para as camas dos filhos. Pijamas e camisas de dormir vão sendo feitos  no intervalo de tantas outras coisas escritas na lista dos afazeres. 

Achei que os meus bonecos poderiam precisar de se aquecer também. Mantas leves e quentes calham sempre bem, mesmo quando se é boneco. 

São três mini mantas de retalhos que podem também servir como mini individuais, se os bonecos não se importarem.

(a segunda e a terceira manta já não estão disponíveis)

o gato avô

Gato avô Gato avô Gato avô Gato avô

Era uma vez um gato que já era avô. Passava as tardes na rua com os seus netos, de um lado para o outro em mil e duas aventuras. Eram tantos os netos que muitas vezes se juntavam a estes outros netos de outros gatos, sem ele se aperceber. Há também a hipótese de ele se aperceber e não se importar, mas isso nunca vamos saber. Bom, bom era passar o dia ocupado em tão animada companhia. 
Ao fim do dia, chegada a hora, regressava a casa, vestia o pijama e procurava a sua manta. Era o descanso do guerreiro, do avô guerreiro, do avô gato.

Que todos os avós tenham netos e que todos os netos tenham avós - ou o mundo jamais será o mesmo.

lebre menino

nova lebre nova lebre nova lebre nova lebre nova lebre nova lebre

Das dez ao meio-dia tenho a casa para mim. Vou às compras, arrumo o mais visível da desarrumação do(s) dia(s) anterior(es), preparo o almoço e por vezes o jantar também, bebo um chá, espreito uns blogues e sento-me à máquina de costura. Sobra-me uma hora. Uma hora cheia, perfeita, em silêncio. E é dessas horas dos últimos dias que esta lebre nasceu, ou foi nascendo. 
Sinto-me um pouco enferrujada, a mente irrequieta, os pensamentos atropelam-se enquanto coso. Mas as mãos, essas, não esqueceram nada e estão muito contentes por voltar ao trabalho.