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Venho aqui agradecer todos os comentários ao último post. A vossa resposta foi tal que me senti envergonhada por parecer exigir comentários aqui no blogue! A ideia foi chamar à atenção para aquilo que tem vindo a acontecer gradualmente desde que o facebook se intrometeu nas nossas vidas (e eu não sou contra o facebook, vejo-o como uma ferramenta dos nossos dias e com a qual podemos chegar mais longe, em menos tempo) e na vida dos nossos queridos blogues (sim, eu gosto de blogues).
Sendo assim, por favor não se sintam obrigada(o)s a nada, eu gosto de aqui escrever e vou fazê-lo durante muito tempo, tenho a certeza. Mas se vos apetecer dizer um olá ficarei duplamente feliz :)
Quanto a mim, voltei a comentar nas casas-mães, ou seja, nos blogues, que é lá que quero deixar algo meu. Uma pequena mudança de hábito.

blog x facebook

for the ♥ of blog


Manter um blog é mais ou menos como deitar ao mar mensagens dentro de garrafas de vidro e esperar que a resposta chegue do outro lado, mais cedo ou mais tarde. É um investimento de tempo e alma. A sua maior recompensa, para além de tudo de bom que pode trazer para a vida de quem o mantém (anos e anos de garrafas ao mar), são os comentários que os seus leitores vão deixando ao passar. Esses comentários vão incentivando o blogger a continuar (ou não), mostrando-lhe quem o lê e porque o lê, muitas vezes ensinando-lhe o caminho a seguir, sem contar com as amizades que vão nascendo, quer pelo mundo virtual, quer real.
Ler um blog pode ser tão bom quanto escrever um. Eu própria sou seguidora de muitos e não passo muito tempo sem fazer uma visita aos meus preferidos. Entramos num mundo à parte, podendo escolher um mundo feito à nossa imagem. 
Mas os blogs andam a queixar-se. O facebook roubou-lhes os leitores e os comentários. Ali tudo é mais fácil e rápido, como se quer hoje em dia e o blog passou a ser lido muitas vezes na diagonal, para que haja tempo para tudo (tempo para tudo?). Aparentemente, deixar um comentário num blog consome tempo demais do nosso dia. Será mesmo assim? 

Eu tento sempre comentar, dizer um olá, um passei por aqui e gostei. Tanto nos blogs que sigo desde sempre como naqueles que aqui vão deixando comentários (amor com amor se paga). Mas posso fazer melhor. E por saber que posso e devo fazer melhor, comprometo-me a partir de hoje a comentar os blogs nos blogs e o facebook no facebook. Cada macaco no seu galho, dizia o meu bisavô.

E vocês?

(Este emblema foi feito para quem quiser partilhar no seu blog. É só levar e partilhar!)




Obrigada

Para quem não sabe, o autor do nome deste blog é o meu filho Miguel.
Ao deitar, na tentativa de fazer demorar um pouco mais a derradeira hora de sucumbir ao sono, ele dizia-me o quanto me amava. Eram tantos os algarismos que um dia decidiu arrematar por mil milhões. Amo-te mil milhões, mãe.

* da Zélia

Antes disso pensei em chamar o blog de Canção de Roda. Porque a imagem de um grupo de pessoas de mãos dadas a cantar e a dançar comove-me. Porque a canção de roda está a desaparecer entre as crianças. Porque Canção de Roda é, para mim, uma metáfora para a vida.



* da Rita Leal

Passado um ano de blog, mais coisa menos coisa, vejo-me dentro de um grupo de mulheres criativas e generosas que se ajudam entre si, que trocam experiências, que investem nos seus sonhos e objectivos e que, acima de tudo acreditam num mundo bom. É a tal Canção de Roda.
* da Diane
Aquela que costumava ser uma confissão íntima entre mãe e filho à hora de deitar, com a palavra que tanto custa dizer em português, depressa começou a andar de boca em boca entre a família mais próxima. A princípio o Miguel estranhou, eu estranhei, mas logo senti que era algo positivo. Há coisas, que mesmo que nos pareçam íntimas, podem e devem sair, deixando que tomem o seu rumo.
Estes belos presentes já deviam ter sido apresentados. Mas tal como na vida real, muitas vezes aquilo que não devemos adiar é o que mais espera. Não podia passar de hoje.
E já que falo na verdadeira felicidade que é participar neste círculo de artesãs que se apoiam mutuamente, vejam o que os nossos botões andam a fazer!
Um grande viva a estas e outras mulheres que não baixam braços e fazem do dia-a-dia algo simplesmente maior!


Tenho algo a declarar. A De Mãe em Mãe não vai continuar: percebi que é necessário mais tempo do que aquele que tenho. Custa-me porque detesto desistir, mas sinto que não vou conseguir dar-lhe a devida atenção como, aliás, se tem visto.
As roupas já estão embaladas para serem levadas às suas novas casas, onde espero virem a ser muito úteis a quem mais precisa: A Casa da Criança, em Tires e a Associação REMAR, em Cascais.
A quem adicionou a De Mãe em Mãe aos seus favoritos nos respectivos blogs, o meu muito obrigada.