Era uma vez um gato que já era avô. Passava as tardes na rua com os seus netos, de um lado para o outro em mil e duas aventuras. Eram tantos os netos que muitas vezes se juntavam a estes outros netos de outros gatos, sem ele se aperceber. Há também a hipótese de ele se aperceber e não se importar, mas isso nunca vamos saber. Bom, bom era passar o dia ocupado em tão animada companhia.
Ao fim do dia, chegada a hora, regressava a casa, vestia o pijama e procurava a sua manta. Era o descanso do guerreiro, do avô guerreiro, do avô gato.
Que todos os avós tenham netos e que todos os netos tenham avós - ou o mundo jamais será o mesmo.







