acabadinho de fazer


Apetece-me fazer um saco por noite.
A ver vamos.

de ontem


Mais um saco com cor de verão. Embora não seja grande, carrega um livro, chaves, lenços de papel, caneta e bloco, brinquedos do filho e caberia muito mais se fosse preciso, como em toda a mala de mulher. É também prático - dobrado, ocupa pouco espaço dentro da mala, o que o torna um excelente saco de reserva.
Não sei o que pensam sobre o assunto, mas quanto a mim, os sacos de plástico para levar às compras têm os dias contados.





Às mães (e pais) que não sabem como cativar o filho de 7 anos a colorir como quando era mais novo, estendam uma folha grande de papel no chão - vale qualquer folha, de embrulho, de jornal, etc. - ajoelhem-se com ele e deixem-se levar pela imaginação.
Os rapazes não têm a mesma paciência que as meninas para colorir livros e para não passar das linhas. Deixem que saiam das linhas. E do papel.





Bom fim-de-semana!

Caldas da Raínha






Fomos lá visitar amigos e rever a cidade que já não via há muitos anos.
Gostei muito. A cidade é lindíssima, com muito para ver.
Não tive tempo para visitar o Museu José Malhoa - uma boa desculpa para lá voltar em breve.
Mais fotos aqui.

2 em 1




Estes sacos foram feitos a pensar nas mais pequenas mas depois descobri que também ficam bem às já não tão pequenas. São reversíveis, podem ser usados dos dois lados.
Estão aqui.

menina sai da janela


Dizia eu a uma amiga que o problema da mulher e do homem de hoje (e de ontem), o grande problema que carregamos nas costas, é precisamente esse fardo com que nos presenteiam ao crescer, de histórias com princípio, meio e fim, de ideias já concebidas, de crenças tão gentilmente oferecidas que levamos metade da vida a aprender a recusar.
Não fosse uma criança acreditar que tudo o que lhe dizem é verdade, e ela seria criança por muito mais tempo. Uma criança leve.
Mesmo que a leveza da infância tenha sido violada, a pessoa tem oportunidade de aprender que afinal tudo eram ideias. Ideias. Não verdades. Leva-se quase metade da vida até juntarmos todas as peças com e sem sentido, mas chega-se lá. Quando não se chega, é mau sinal.
As histórias que ouvia eram para mim um grande e delicioso refúgio. Quem as contava era mestre. Surgiam no momento, nunca se repetiam, mas o seu doce tom de encantar nunca se perdia. Não me lembro se sonhava ser uma daquelas sonhadoras princesas, ou se um dos príncipes a cavalo, livres e heróicos... a verdade é que o cerne da história, embora nunca explícito, se infiltrou também em mim.
Através do sentimento, passado de história em história, aprendi a acreditar em momentos de pura salvação da alma. E não há mal nenhum nisso.
O problemas dos contos de fadas são as personagens, os arquétipos. Que nos fazem acreditar - acreditar é não conhecer a hipótese de desacreditar - que só assim acontecerá, que é assim que tem que ser, que só assim é normal. Que esse é o procedimento natural das coisas.
Pois bem. Demorei, mas cheguei lá.
A salvação por que a princesa espera, enjaulada na sua masmorra, poderá não chegar com um princípe. O príncipe, por maior perfeição que personifique, pode não bastar. E se o conto continuasse no tempo, veríamos que assim era.
Se a princesa soubesse da existência de outras princesas e suas masmorras, de outros príncipes e seus cavalos, a princesa descia, abria a porta e sorria.
Obrigada a quem tem aparecido no meu palácio neste último ano.
A princesa não mais se sentirá só.

Blossom



Apresento-vos a V.
Mal nasceu das mãos da Zélia, veio direitinha para o meu colo. É delicada, muito sossegada, observadora. Escolheu o seu canto e gosta que a deixem ficar entregue à máquina de costura onde sonha um dia vir a fazer os mais lindos vestidos cor-de-céu-e-de-estrelas-cadentes.
É pequena em tamanho, enorme em alma.
Obrigada, Z.!

happy customers


* foto da Zélia



Tenho tido boas notícias da minha última lebre.

Está feliz, gosta da família que a adoptou, tem passeado muito, e nunca mas nunca se sente só.

Diz que vai todos os dias com a mãe ao trabalho, que a acompanha e ali fica a descansar na mala cheia de mistérios a desvendar... e que depois, ao acordar da longa sesta, juntas regressam a casa, cada vez mais amigas e confidentes.

A mãe, com medo que apanhasse uma corrente de ar, num instante lhe tricotou uma camisolinha de lã!

Temo que esta lebre se torne a princesa lá de casa...!



Aos clientes e amigos do Amo-te Mil Milhões

Tem sido um enorme prazer receber todas as vossas fotos, que tão generosamente me enviam, confirmando que as criações do Amo-te Mil Milhões têm vida para além do pequeno atelier onde nascem.

Como esboço para aquilo que no futuro penso vir a fazer, acrescentei à loja do blog uma nova página: Clientes felizes / Happy costumers

Tomei a liberdade de publicar já algumas fotos. Caso queira participar nesta brincadeira de graúdos que mais parecem miúdos, seja muito bem-vindo!


Zélia



Nasceu de parto feliz, sem qualquer complicação.
É uma lebre contente, tem sempre muito que fazer e quando não tem, inventa.

Foi feita devagar, com cabeça, coração e mãos.

Saudade


A Saudade é um espaço novo na vila de Sintra. Com um mês e uma semana de vida, esta casa de chá é já um sucesso, como era de esperar.
Graças à Mary, Sintra está muito mais bonita. Um grande bem-hajam pelo vosso esforço! Sinto-me inspirada e feliz!

A acompanhar-nos foi esta menina linda com sotaque do nuorte, que tem vindo a acrescentar muita luz ao meu dia-a-dia, fazendo da vida algo com sentido, algo grande, tal como a vida deve ser.
Assim, sim!

7


Este diário é para ti.
Se o tempo não levar consigo o mundo virtual, um dia poderás ter vontade de conhecer mais da tua história, e espreitar o que a tua mãe aqui te deixou.
Esta é a mulher que tu tornaste mãe, este é o homem que tu fizeste pai, estas são as pessoas que nos costumam visitar.
Hoje, ao deitar, demos o último abraço dos 6 anos. Uma despedida sentida.
O Miguel está a crescer.

11


anos de casados
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